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palavras&desabafos

Escrever o que sinto, o que quero, o que penso. Divagar pela alma, pelo coração, ou simplesmente salvar ideias e criar sonhos.

palavras&desabafos

Escrever o que sinto, o que quero, o que penso. Divagar pela alma, pelo coração, ou simplesmente salvar ideias e criar sonhos.

Qua | 31.01.18

Sem Papas na Língua

A propósito do artigo " Exames nacionais promovem desigualdades entre estudantes e só beneficiam centros de explicações"aqui, conclusão do estudo realizado por Andreia Gouveia, investigadora da Universidade de Aveiro, não concordo totalmente com a nálise que faz e considero um retrato pouco abrangente do que se passa nas nossas escola, e em torno do nosso sistema educativo. Até posso questionar o problema da desigualdade económica, mas dai a dizer que " o instrumento exame" é uma causa das desigualdades sociais, não me parece muito correto..Se a escola cumprisse com o seu principal dever, o de ensinar, certamente não seriam os centros de explicação os grandes beneficiários dos exames e não se colocaria em causa a questão da desigualdade.

Olhando para o nosso sistema educativo, e sabendo o que se passa nas escolas, digam-me como é que se podem cumprir objetivos e acompanhar alunos, que possam ter mais dificuldades nos conteúdos lecionados, com turmas a abarrotar de vinte e tal ou trinta alunos? Como é que se pode ter motivação para lecionar depois de se fazer mais de sessenta ou setenta quilómetros para chegar ao local de trabalho?Como se podem dar aulas com turmas cheias de jovens pouco ou nada interessados, cujo principal objetivo de vida é fazer passear o telemóvel e preocupar-se com as últimas novidades das redes sociais?

Mas há mais, e  não se escapam os docentes pouco dados ao ato de ensinar, cuja história familiar é sempre muito mais interessante para contar aos alunos, assim como a brincadeira do gato, a constipação do periquito, ou um sem fim de outras coisas sempre muito mais importantes, passo a ironia, do que a análise sintática ou a conjugação verbal, a expansão portuguesa, ou a densidade populacional!

Como é que se pode falar em desigualdade motivada pelos exames, se o que a motiva é o próprio sistema de ensino? Julgo até, que os exames servem para repor alguma igualdade, ao aferirem de igual forma os conhecimentos adquiridos em ciclo, quer sejam em casa, na escola, ou nos centros de explicação. Se isto já é uma rebaldaria com exames, imaginem lá se eles não existissem, se é que me faço entender!

Comecem a escolas a cumprir com os seus objetivos, fiscalizem mais o compadrio entre professores e centros de estudo, façam aplicar a legislação em vigor sobre esta matéria,, porque quem explica nos centros de estudos são os profssores que lecionam nas escolas...Isto é tipo "pescadinha de rabo na boca", Ah pois é!!!!

EU

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Ter | 30.01.18

O melhor de nós...

Amamo-los desde o primeiro minuto, e sabemos que é eterno, e julgamo-lo mútuo. Com o tempo eles crescem e muitas vezes a distância entre pais e filhos aumenta, mesmo quando vivem juntos. Enquanto pais passamos por uma encruzilhada de sentimentos, ou falta deles, ainda não sei! Às vezes é grande a angustia de não saber o que fazer, como agir ou simplesmente ajudar. Conheço alguém que precisa de ajuda, mas também, nem sempre é fácil aceita-la ou admiti-la.

Podemos até falar de educação ou da falta dela, de ausencias, de ilusões ou desilusões. Eu falo de filhos em risco, e de pais perdidos.

A mente humana é um elemento complexo que por mais que tente ainda não alcanço.... eu bem puxo a corda mas nunca chego ao fim. Enfim...gostava de ajudar, mas não sei como,,,,.EU

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Ter | 30.01.18

No Carnaval ninguém leva a mal

Apesar de ter origens pagãs, o carnaval tem uma ligação com a religião católica, pois o dia de carnaval acontece sempre antes de se dar inicio à quaresma, onde durante quarenta dias  os cristãos se preparam para a Morte e Ressurreição de Cristo.(A quarta feira de cinzas inicia a quaresma sempre 40 dias antes da Páscoa).

O carnaval é uma festividade muito antiga, que acabou por se relacionar com o cristianismo e ligou-se assim ao extravasar a rotina, quebrar regras, cometer pecados, por isso, no carnaval ninguém leva a mal.

Atualmente, aproveitamos o carnaval para ser quem admiramos ou gostamos, agarramo-nos ao nosso herói, aquela personagem que idolatramos, ou há também, quem escolha ser a matrafona mais gira, ou a coelhinha mais sexy !

No carnaval todos podem ser o que quiserem, e até os mais homofóbicos vestem lindamente o papel de mulheres. As  crianças  ficam loucas de alegria, passam a ser coelhinhos, joaninhas, pilotos, princesas, espanholas, e um sem número de outras figuras do imaginario infantil..

Não esquecer ainda os que rezam ao São Pedro para que não lhes estrague o desfile, e protega as bailarinas de samba que orgulhosamente pouco vestidas aguentam o frio de Fevereiro, e alegram as ruas e os carros alegóricos que desfilam por tantas cidades deste país.

E carnaval que se digne não tem falta de fitas e papelinhos, cornetas e apitos, muita música, muita dança do comboio, e muito álcool, pois carnaval que se digne não lhe pode faltar a caipirinha, a fazer lembrar o famoso carnaval do Brasil!. 

Pessoalmente, já fui mais foliona...mas não me importo nada de brincar ao carnaval!

EU

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Seg | 29.01.18

Vamos lá deixar de ser pequeninos

Num artigo, de hoje, do Diário Económico, li que o ministério Público suspeita que Mário Centeno beneficiou a família do Presidente do Benfica " depois de um pedido para assistir a um jogo na tribuna presidencial". Ora, querem ver, que o Sr.Ministro Centeno foi colocar em causa o seu cargo e a sua reputação política em prol de um assento, num estádio de futebol?

Custa-me a acredita que um homem capaz e inteligente se deixe trocar por tão pouco, a isenção do IMI a um prédio da família de Filipe Vieira?

Até pode ser que alguém ávido de protagonismo o tenha feito, mas pensar que Mário Centeno o tivesse consentido!! Bem, às vezes o poder faz esquecer a conduta, mas....

EU

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 notícia e imagem

Dom | 28.01.18

Quando os dias são todos Domingos

Pode parecer estranho, ou talvez não, mas só damos realmente valor às coisa, e aos momentos, quando não os temos, e aí sim, sentimos realmente a falta deles.

A mim custa-me um bocadinho, e chego mesmo a ficar com inveja quando ouço alguém dizer:  Nem quero acreditar que amanhã já é segunda!,  Amanhã, dia de trabalho, devia ser feriado!, ou um Nunca mais é sexta, outra vez!. Sabem por que invejo? Porque também eu gostava de dizer o mesmo, significava que também eu estava a trabalhar!!

Será muito mau sentir esta "inveja"?

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EU

 

 

Sab | 27.01.18

Ponto alto do dia: Final da Taça

Aqui por casa vive-se um certo ambiente de festa, a final entre o Sporting o o Vitoria de Setúbal está, de alguma forma a alegrar o meu dia, e espero que o meu Sporting ganhe, de forma justa e digna este troféu.

As camisolas já estão prontas a vestir, e as bandeiras espalhadas pela casa, música sportinguista, petiscos fazer, e é esta a azáfama da família sportinguista aqui por casa.

Quer se queira ou não, estas coisas do futebol acabam por nos dar alguma alegria ( para quem gosta !!), pelo menos durante algum tempo ficamos tão fixados no jogo, que conseguimos desligar de outras trapalhadas da vida.

Como é na vossa?

EU

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Qui | 25.01.18

Mais um dia ... e nada

Mais um dia de procura, de contactos, de esperança ...e ainda nada. 

Estou só um bocadinho cansada e desanimada. Às vezes sinto que vai acontecer, que vou encontrar a minha oportunidade, mas pelos vistos ainda não foi desta.

Começo a achar que se calhar o problema é meu, pelos vistos nunca houve tão poucos despregados como atualmente! 

Só estou um bocadinho desanimada, só ....

EU

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Qui | 25.01.18

Os Filhos de hoje... Os Pais de amanhã

Acredito que, mesmo sendo filhos muito desejados, nem todos possam ter perfil para ser pais, que apesar de todos querermos fazer o melhor, nem todos somos capazes de carregar o peso de educar sozinhos, mas acredito que com vontade e ajuda, todos chegamos lá, se for esse o nosso desejo.

Não queria ser mãe muito cedo, não fazia parte dos meus maiores sonhos, mas foi cedo que essa alegria aconteceu na minha vida. O meu primeiro amor nasceu na forma de bebé não planeado mas muito desejado e mimado. Poucos anos mais tarde o meu outro primeiro amor, que veio tornar a minha vida ainda mais colorida.  Para mim, serão sempre os meus primeiros amores.

Mas a vida passa a correr, os bebés crescem, e tornam-se crianças, por vezes difíceis. Nem tudo é perfeito, sabemos disso.O melhor mesmo é aproveitar enquanto podemos, e educa-los para serem homens e mulheres que conheçam a dignidade, o respeito e que trilhem o seu caminho pelo bem.

A maternidade não é um processo fácil, e desde cedo são muitas as nossas preocupações. Quando ainda são muito bebés afligem-nos as cólicas, ou quando choram sem sabermos por que razão, já para não falar quando ficam doentes! Quantas noites em branco, quantos dias não foram passados com o termómetro  na mão à espera de horas melhores.

Mas eles crescem, ui...e à velocidade da luz e com o crescimento vêm as inquietações das aventuras, o descobrir que as portas abrem e fecham, são os furinhos das tomadas uma tentação gigante à descoberta, ou ainda os entalões nas gavetas e as refeições em modo nódoas sem fim. Aprendem palavras novas todos os dias e de repente, começamos a ouvir o não quero, o não gosto, o não vou. E, quase sem darmos conta eles continuam a crescer, e a cair da bicicleta, a torcer os tornozelos nos patins!? E foram cabeças partidas, joelhos esfolados e um sem fim de mazelas,e algumas até deixaram as suas marcas ! 

Pois é, ainda agora começaram a falar e já começaram a escola, e com ela o stresse dos trabalhos de casa,,ou de grupo, ou destes e mais aqueles, das pesquisas, do estudar isto e mais aquilo. Hoje em dia, os miúdos são muito pressionados com os resultados, o que nem sempre dá bom resultado!!.   

À medida que crescem, também a vida social das nossas crianças começa a ser muito intensa, desde muito cedo começam as festas de aniversário dos amigos do infantário, da escola, dos amigos do ténis, dos amigos do futebol, dos amigos dos amigos, e nós vamo-nos desfazendo no leva e vai buscar, ora à escola, ora ao futebol, à festa do amigo, tal e qual serviço uber mas em modo caseiro!

E é sempre a crescer, com a idade do armário são horas e horas a olhar para aquela camisola, e depois são as borbulhas que teimam em não desaparecer! São os problemas da adolescência,e a dificuldade que muitas vezes têm em se encontrar, a si aos seus propósitos. São as influencias da sociedade, a preocupação com a imagem, com a ideia de seres perfeitos que hoje se idolatram na sociedade dos catorze ou quinze anos. É a fase mais difícil que passam e ultrapassam que, por vezes, deixa mazelas para a vida, mas que os faz crescer e pensar, olhar para frente e continuar.

 Não podemos esquecer nunca o papel que temos enquanto pais e educadores, os nossos filhos são o reflexo do que permitimos, daquilo que lhes ensinamos, dos valores que com eles partilhamos. Os nossos filhos devem ser reflexos melhorados dos nossos exemplos, devem ser instruídos pelo amor, pelo coração e pela razão. Os filhos de hoje serão os pais de amanhã, não nos podemos esquecer desta nossa grande responsabilidade.

Os nossos miúdos crescem depressa, e rapidamente se tornam homens e mulheres, que caminham na direção dos seus sonhos e desejos que procuram na vida, a vida, como se não houvesse amanhã, mas, e como oiço muitas vezes cá por casa, sempre a pensar no futuro!

E nós vêmo-los crescer e voar, a trilhar os seus caminhos, e só queremos que sejam sempre felizes.

EU

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(imagem aqui)

 

Ter | 23.01.18

Querida Júlia: Ainda sobre a SuperNanny

Querida Júlia, acredita em todas as palavras que proferiu? Considera mesmo que este programa pode ter uma vertente pedagógica? Acredita que estão a defender a educação e a fazer crescer de forma saudável estas crianças? 

Não acredito que a exposição do lado mais frágil seja benéfico para qualquer criança, e falo como mãe, mas também, como profissional da educação. Trabalhei muitos anos com crianças, cujas regras que conheciam eram as suas, com jovens adolescentes com poucos hábitos de rotina, com situações delicadas e muitas vezes difíceis. Apesar de todas as dificuldades e angustias que os pais possam ter não podemos agora agarrar nas nossas crianças e expô-las desta forma, ficam assim despidas de qualquer proteção quanto à sua identidade. Certamente, vão sofrer as consequências desta exposição na rua, na escola, ou mesmo enquanto brincam no jardim. 

Os pais pedem ajuda? Então que se ajudem estes pais, que se partilhem técnicas, modelos, mas sem revelar a identidade das crianças. 

E se fosse consigo, como reagiria a esta exposição? Se fosse uma destas crianças? Como se sentiria ao sair à rua e ao mesmo tempo saber que todos partilharam a sua intimidade, as suas birras e as suas fraquezas? Acha mesmo que a humilhação a que seria sujeita podia de alguma forma ser benéfica ao seu crescimento?

Custa-me a acreditar que acredita nas suas palavras! EU

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Seg | 22.01.18

Gripe cá por casa: é à vez !!

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A  gripe veio, bateu à porta, entrou sem pedir licença, e instalou-se cá em casa! Entre febre, tosse, espirros, e dores no corpo, não falta nada, nem a dor de cabeça!

Esmero-me em chás, infusões de mel e limão, canjinhas quentinhas, torradas e bolachinhas. Assim se vão passando as horas, entre o tira febre, toma comprimido, uma colher de xarope, ou ainda uma pastilha para a garganta que teima em não deixar de doer.

Primeiro foi um, agora é outro, e certamente amanhã será mais alguém!

Maldita gripe! 

EU

 

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