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palavras&desabafos

Escrever o que sinto, o que quero, o que penso. Divagar pela alma, pelo coração, ou simplesmente salvar ideias e criar sonhos.

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Escrever o que sinto, o que quero, o que penso. Divagar pela alma, pelo coração, ou simplesmente salvar ideias e criar sonhos.

Qui | 25.01.18

Os Filhos de hoje... Os Pais de amanhã

Acredito que, mesmo sendo filhos muito desejados, nem todos possam ter perfil para ser pais, que apesar de todos querermos fazer o melhor, nem todos somos capazes de carregar o peso de educar sozinhos, mas acredito que com vontade e ajuda, todos chegamos lá, se for esse o nosso desejo.

Não queria ser mãe muito cedo, não fazia parte dos meus maiores sonhos, mas foi cedo que essa alegria aconteceu na minha vida. O meu primeiro amor nasceu na forma de bebé não planeado mas muito desejado e mimado. Poucos anos mais tarde o meu outro primeiro amor, que veio tornar a minha vida ainda mais colorida.  Para mim, serão sempre os meus primeiros amores.

Mas a vida passa a correr, os bebés crescem, e tornam-se crianças, por vezes difíceis. Nem tudo é perfeito, sabemos disso.O melhor mesmo é aproveitar enquanto podemos, e educa-los para serem homens e mulheres que conheçam a dignidade, o respeito e que trilhem o seu caminho pelo bem.

A maternidade não é um processo fácil, e desde cedo são muitas as nossas preocupações. Quando ainda são muito bebés afligem-nos as cólicas, ou quando choram sem sabermos por que razão, já para não falar quando ficam doentes! Quantas noites em branco, quantos dias não foram passados com o termómetro  na mão à espera de horas melhores.

Mas eles crescem, ui...e à velocidade da luz e com o crescimento vêm as inquietações das aventuras, o descobrir que as portas abrem e fecham, são os furinhos das tomadas uma tentação gigante à descoberta, ou ainda os entalões nas gavetas e as refeições em modo nódoas sem fim. Aprendem palavras novas todos os dias e de repente, começamos a ouvir o não quero, o não gosto, o não vou. E, quase sem darmos conta eles continuam a crescer, e a cair da bicicleta, a torcer os tornozelos nos patins!? E foram cabeças partidas, joelhos esfolados e um sem fim de mazelas,e algumas até deixaram as suas marcas ! 

Pois é, ainda agora começaram a falar e já começaram a escola, e com ela o stresse dos trabalhos de casa,,ou de grupo, ou destes e mais aqueles, das pesquisas, do estudar isto e mais aquilo. Hoje em dia, os miúdos são muito pressionados com os resultados, o que nem sempre dá bom resultado!!.   

À medida que crescem, também a vida social das nossas crianças começa a ser muito intensa, desde muito cedo começam as festas de aniversário dos amigos do infantário, da escola, dos amigos do ténis, dos amigos do futebol, dos amigos dos amigos, e nós vamo-nos desfazendo no leva e vai buscar, ora à escola, ora ao futebol, à festa do amigo, tal e qual serviço uber mas em modo caseiro!

E é sempre a crescer, com a idade do armário são horas e horas a olhar para aquela camisola, e depois são as borbulhas que teimam em não desaparecer! São os problemas da adolescência,e a dificuldade que muitas vezes têm em se encontrar, a si aos seus propósitos. São as influencias da sociedade, a preocupação com a imagem, com a ideia de seres perfeitos que hoje se idolatram na sociedade dos catorze ou quinze anos. É a fase mais difícil que passam e ultrapassam que, por vezes, deixa mazelas para a vida, mas que os faz crescer e pensar, olhar para frente e continuar.

 Não podemos esquecer nunca o papel que temos enquanto pais e educadores, os nossos filhos são o reflexo do que permitimos, daquilo que lhes ensinamos, dos valores que com eles partilhamos. Os nossos filhos devem ser reflexos melhorados dos nossos exemplos, devem ser instruídos pelo amor, pelo coração e pela razão. Os filhos de hoje serão os pais de amanhã, não nos podemos esquecer desta nossa grande responsabilidade.

Os nossos miúdos crescem depressa, e rapidamente se tornam homens e mulheres, que caminham na direção dos seus sonhos e desejos que procuram na vida, a vida, como se não houvesse amanhã, mas, e como oiço muitas vezes cá por casa, sempre a pensar no futuro!

E nós vêmo-los crescer e voar, a trilhar os seus caminhos, e só queremos que sejam sempre felizes.

EU

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(imagem aqui)

 

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